Música de Hoje

Hoje, quinta de Getsêmani, de suor de sangue, de beijo traidor…é galera, muita coisa veio antes da cruz!  E ninguém sabia de sua ambição secreta. Música de Hoje:

T.M.

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House Show da Banda Hey

Não tinha jeito melhor de fechar o verão:  com as águas de março e estando presente no House Show da banda Hey! 🙂 Essa maravilhosa banda carioca e comprometida com o Reino de Deus, tem aos poucos deixado sua marca com suas letras inspiradoras, e sua busca por sempre fazer o melhor. Tive a oportunidade de clicar o House Show deles, ocorrido no último dia 30 e adquirir o primeiro EP que ainda está com cheiro de novo! Confere aí o que rolou naquela sexta:

Confere aí uma das músicas do EP:

Para saber mais sobre a banda, acesse:

– http://facebook.com/heyetudomais
– http://soundcloud.com/heyfolks
– http://twitter.com/heyfolksbr

É isso aí, galera!

Bjs

T.M.

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O “Gold” de Britt Nicole

Sabe aquelas músicas que marcam momentos importantes da sua vida? Pois é, pra mim, Britt Nicole é uma das vozes que estão presentes em muitos momentos meus e agora ela vem de novo pra marcar mais alguns, rs.

Já está à venda no Brasil seu novo trabalho, chamado Gold, e está sendo vendido pela Gospelgoods.com. Legal que eu conheci o trabalho da Britt exatamente nessa época do ano, só que ano passado e um ano depois ela já mora no coração da minha playlist.  Deus abençõe esse ministério!

Primeiro single divulgado:

Quer conhecer mais? Divirta-se abaixo, mas cuidado para não se apaixonar:

(por Kevin Davis)

Britt Nicole está de volta com seu muito aguardado terceiro álbum, Gold. Britt é uma das minhas artistas favoritas. Ela tem um sentimento incrível pelo ministério dela, é uma maravilhosa modelo para garotas de todas as idades e tem uma voz excelente. Se você gosta de Francesca Battistelli e a maioria da música pop, então você irá amar Britt Nicole. Ela entregou um álbum ideal para ministrar a qualquer um que esteja lutando com problemas de identidade. Eu estou casado por quase 18 anos, tenho 3 jovens filhas e todo esse álbum ministra, de verdade, a mim e à minha família. Ela abre com a ultra-pegajosa e dançante faixa-título, “Gold“, que dá o tom, perfeitamente, para esse álbum 5 estrelas. A faixa-título começa com a letra — “Você estava no mundo da lua, agora você se sente inferior. O que eles disseram não é verdade, você é belo. Paus e pedras quebram seus ossos, eu sei o que você está sentindo. Palavras como aquelas não irão roubar seu brilho… Você vale mais que ouro.” Minhs filhas são mais preciosas do que qualquer coisa no mundo para mim e para o Pai Celestial; e essa canção é um ótimo hino para celebrar a verdade bíblica do Salmo 139, de que fomos feitos “de um modo assombroso e tão maravilhoso.”

O versículo favorito da Britt é 1 Crônicas 28:20, que ela diz que a lembra diariamente do chamado de Deus na vida dela. O hit “All This Time” é a próxima faixa, e tem um sincero estilo autobiográfico, onde Britt compartilha seu testemunho de quando ela conheceu Deus pela primeira vez, e celebra sua salvação em Cristo. É o tipo de música que amo nos álbuns da Britt, no estilo de “Set The World On Fire.” É uma ótima canção e Britt parece pronta para retomar de onde ela parou em The Lost Get Found, com uma ótima mistura de estilos diferentes, animando e acalmando com cada música, uma grande vitrine da sua excelente voz de canto. “Look Like Love” é uma música maravilhosa de encorajamento para viver como luz, e saber que em Cristo podemos fazer qualquer coisa. Deus nunca falhará ou nos abandonará até que a obra do Senhor esteja terminada. Britt canta alto e forte o refrão incrível, “Eu quero olhar como o Amor, ser mais do que apenas suficiente para os corações que estão quebrados e perdidos. É uma escolha sua e minha deixar um legado. Se somos tudo o que eles veem, eu quero olhar com o Amor.” Britt tem o dom de encorajar, e cada uma das músicas me edificam. “Ready or Not” traz a participação de Lecrae. A mensagem é edificante e tem um espírito de missão com a letra “dando tudo para ver o perdido ser encontrado” levando ao refrão “pronta ou não, aqui vou eu. Estou prestes a te mostrar de onde vem a luz.

Breakthrough” tem uma sensação contemplativa ao abrir a música levando a um refrão explosivo e programação musical, que farão você esperar por cada nota enquanto Britt canta “Eu sinto um irrompe chegando…“. O encorajamento continua com a linda balada “The Sun Is Rising“, que proclama “Você vai conseguir. A noite não pode durar por muito tempo. Seja o que for que você esteja enfrentando, se o seu coração está se quebrando, há uma promessa para aqueles que esperam, levante seus olhos e veja, o sol está nascendo.” A música que realmente prende sua atenção é a super-viciante “Amazing Life“, que rivaliza com qualquer música do cenário atual da música pop, e ainda inclui uma letra comemorativa e positiva em vez de temas sensuais e destrutivos. Uma das minhas favoritas do álbum é “Still That Girl.” Enquanto minhas filhas crescem, eu amo ver que nossas relações estão construídas no entendimento que Deus tem grandes planos pra elas, de acordo com Jeremias 29:11. O que quer que aconteça na vida delas, elas sempre serão minhas garotinhas. Assim como “Have Your Way”, eu posso ouvir os vocais da Britt se quebrarem quando ela canta essa música cheia de emoção, junto com a linda balada de encerramento, “Seeing For The First Time.”

PENSAMENTOS FINAIS

A músicas de Britt Nicole “Walk On The Water” e “Set The World on Fire” foram apresentadas em programas de televisão e filmes; e com Gold ela está pronta para irromper como a grande artista feminina de toda a música cristã. Ela tem um estilo musical animado e contagiante, mostrando seus vocais fortes e notáveis do topo de uma canção viciante a outra. Britt Nicole realmente emergiu como uma das maiores cantoras em qualquer gênero, e ela é uma ótima modelo para garotas que passam por problemas de identidade. Esse álbum é recheado de positivas e graciosas mensagens de esperança. Os arranjos musicais alegres e fortemente produzidos acentuam perfeitamente as músicas poderosas e apaixonadas da Britt. Não perca um dos dos álbuns mais alegres e divertidos do ano. Você só vai conseguir dançar e cantar junto com as extraordinárias músicas “Gold”, “All This Time”, “Look Like Love”, “Ready or Not”, “Breakthrough”, “The Sun is Rising”, “Amazing Life” and “Still That Girl.” Junto com “Heart”, da Audrey Assad, esse é meu álbum favorito de uma cantora, e um dos meus álbuns favoritos de todos do ano. Se você gostou de The Lost Get Found, então você vai amarGold, da Britt Nicole.

Fonte: newreleasetuesday.com e brittnicolebrasil.com

Golden Kisses!

T.M.

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Café Oriental

Que isso! Olha que maneiro, o que  ilustradora (e arquiteta!) Hong Yi , mais conhecida como Red (veja OhIseered!) fez com manchas de café! Uma mistura perfeita, o amado do nosso dia-a-dia, o cafezinho e minha nova amiga: cultura oriental (comecei estudar japonÊs!! Showw! – Tudo bem que a artista é da Malásia, mas tá tudo no mesmo oceano ;p #sacomé) . Dos trabalhos com bola de basquete, ou flores, esse é o meu preferido! Sensacional! Quase uma Vick Muniz?? Você decide…

Sayonara!

T.M.

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Bíblia Pauperum – Ilustrações para os pobres

Ainda falando de Xilogravura, descobri sobre a Bíblia Pauperum, que em latim significa “Bíblia dos pobres”. Esse título é utilizado para se referir a um conjunto de imagens do final da Idade Média que retratavam as  narrativas bíblicas, de forma ilustrativa. Mas sabe como é né, apesar de serem rotuladas como “Bíblia dos Pobres”, esses volumes não tinham por intenção serem adquiridos pelos pobres, até por que algumas versões eram muito ricas e caras. Porém, os Block-books (livros xilográficos) se tornaram uma opção bem mais barata e acessível, que poderiam ser adquiridos pelos padres que não tinham como pagar por uma edição manuscrita em pergaminho. E assim poderiam compartilhar o evangelho com aqueles que não sabiam ler, que no caso, era a maioria da população 😉

“A Biblia Pauperum contém no mínimo 34 grupos de imagens que se estruturam da seguinte maneira: no centro se encontra uma cena do Novo Testamento, normalmente um acontecimento da vida de Jesus, flanqueado por duas cenas do Antigo Testamento” Ingo Walther, Obras Maestras de la Iluminacón, p. 250 . Também haviam textos que saiam da boca dos personagens em pergaminhos, que no caso, deram uma prévia dos quadrinhos modernos.

Interessante que primeiro se começou com iluminuras feitas à mão em manuscritos  feitos em papel velino, que era de melhor qualidade que o pergaminho. E no século XV, já a xilogravura começou a aparecer. Era mais comum aparecer em forma de Block-books, visto muito na Holanda e na Alemanha, no qual,  os textos e as figuras eram feitos em   uma xilo única que cabiam numa página inteira.   “Quando foi possível imprimir usando a técnica da xilografia sobre ambas as páginas de cada folha, muitas dessas imagens foram reunidas para formar os primeiros livros xilografados. Os temas escolhidos eram populares como, tratados sobre a fé, avisos de como evitar as pestes e a morte. Estes livros de tipologia gravada em madeira, com ilustrações xilográficas tentavam imitar os manuscritos e as iluminuras dos monges copistas. Muitas vezes após a impressão eram acrescentadas cores nas imagens para que o resultado final fosse o mais próximo possível de um manuscrito”.

Alguns dos gráficos foram adaptados em tapeçarias, vitrais, esculturas, e pinturas. O nome Biblia pauperum foi aplicado por estudiosos alemães na década de 1930.

Legal né?

É isso aí povo! Vamos estudando e aprendendo!

T.M.

Fonte:

http://www.fowlerbiblecollection.com/biblia-pauperum.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Biblia_pauperum

http://gramatologia.blogspot.com.br/

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Eu e a Xilogravura

E ai pessoal?

Muito trabalho na faculdade, quase não parando em casa! Mas por bons motivos, sendo um desses motivos chamado Xilogravura. Q? Você não sabe o que é? Tudo bem, não precisa perguntar ao Wikipédia, eu digo pra você 😉

A Xilogravura ou para nós, íntimos kkkkkk, Xilo, é uma das formas de ser realizar gravura utilizando madeira  como matriz. O desenho é registrado  através do entalhe,  imprimindo no final sobre papel, geralmente. Essa técnica  é de provável origem chinesa, sendo conhecida desde o século VI. Perdeu força  com a invenção de processos de impressão a partir da fotografia e começou a ser considerada antiquada. Atualmente ela é mais utilizada nas artes plásticas e no artesanato.

Bem, eu acho uma técnica muito interessante, mas um pouco difícil. É preciso ter muito cuidado ao dar as “gouivadas” para não se perder linhas preciosas no desenho, além da dificuldade de se encontrar madeiras boas para se trabalhar e de ter que  se pensar no preto e branco do desenho .  Enfim, está sendo uma aventura pra mim! E se você também está iniciando nessa técnica, esse videozinho dá uma resumida no processo:

Estou terminando meus primeiros trabalhos e postarei aqui no blog!

Então, até mais!

T.M.

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Quartel Design e Nívea Soares

Bom Dia, galera!!

A Quartel Design faz de novo! Se vc ainda não viu, confira a capa do novo projeto de Nívea Soares Glória e Honra.

Segundo site ofical da cantora, o CD está na fase da contagem regressiva, visto que,  a mixagem feita por Gustavo Soares já foi finalizada, bem como a masterização feita por Chris Athens, Sterling Sound NY.


Nesse novo trabalho gravado ao vivo em 12/11/2011, as canções falam muito sobre a pessoa de Jesus, sua obra e o nosso posicionamento perante quem Ele é. Esperamos que esse CD seja um canal através do qual o Senhor vai gerar fome e sede no coração de muitos. “Nossa expectativa é que as pessoas sejam renovadas pelo Espírito Santo e se rendam a Jesus!”, diz o site.

É isso aí galera, estamos aguardando essa benção!!

Site oficial:http://www.niveasoares.org/

T.M.

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Peça “O Trapeiro”

Divulgando o cartaz que eu fiz pra peça “O Trapeiro”, agora dia 08/04/12!

 

 

Bjs

T.M.

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Lutero versus Steve Jobs

Galera, muito interessante esse artigo sobre as semelhanças do impacto que esses homens causaram em nossa história. Vale à pena!
Martinho Lutero, lider da Reforma Protestante, viveu quase 500 anos antes de Steve Jobs. Mas a distância pode não ser tão grande quando se trata do impacto que causaram na história.
A morte de Steve Jobs, o gênio da era digital, aconteceu no mesmo mês em que se celebra a Reforma Protestante, liderada pelo monge alemão Martinho Lutero. O evento do século XVI teve efeitos permanentes, algo semelhante às revoluções causadas pelo norte-americano, cujos inventos e adaptações atingem o mundo inteiro. Lutero morreu no mês em que Jobs nasceu e ambos viveram na época em que uma novo e revolucionário meio de comunicação se estabelecia  – a imprensa e a internet. Serão somente estas as semelhanças? Ou há algo mais em comum entre estes dois reformadores com quase 500 anos de diferença? Nesta entrevista, o Pastor Lucas Albrecht, capelão da Ulbra em Canoas, RS, por ocasião do início da celebração dos 500 anos da Reforma Luterana, comenta algumas relações marcantes entre o trabalho de Martinho Lutero e a reforma de Steve Jobs.
BDU – Pastor Lucas, porque relacionar Martinho Lutero, personagem do Seculo XVI, com Steve Jobs, que viveu quase 500 anos depois?
PLucas – Apesar da distância no tempo, estes dois icones da história têm alguns aspectos em comum. Há algumas semelhanças menores, mas é possível traçar pelo menos 3 grande paralelos revolucionários na vida de ambos: a tradução da Bíblia, a música e a composição de uma língua nacional em Lutero com, respectivamente, o PC, Ipod e Iphone em Jobs
BDU – Como é possível relacionar a tradução de Bíblia e o lançamento do PC?
PLucas – Em 1984, a Apple de Steve Jobs lançou no mercado o MacIntosh, computador de uso pessoal que foi considerado um marco na história digital. Muitas coisas podem ser ditas deste momento, mas a principal, do meu ponto de vista, é a de que o computador começou a, definitivamente, entrar na casa e  na vida das pessoas. A interface gráfica que dispensava linhas de comando tornou mais fácil e dinâmico seu uso. Jobs, de certa forma, foi quem colocou o computador ao alcance das pessoas em geral. Ele deixou de ser um objeto para especialistas ou empresas e tornou-se um eletrodoméstico na vida cotidiana.
No século XVI, a Bíblia era um ‘objeto’ de uso exclusivo de especialistas, que dominassem as “linhas de comando” originais, o grego e o hebraico, ou pelo menos o latim. Martinho Lutero decidiu, então, traduzir o texto sagrado para o vernáculo, dando ao povo acesso direto ao texto sagrado. A Bíblia começou a entrar na casa e na vida das pessoas. Claro que a uma velocidade bem menor do que o PC,  até mesmo pelas altas taxas de analfabetismo de então, mas deixando de ser privilégio de poucos para fazer parte da vida cotidiana.
BDU – E de que forma se pode relacionar Jobs e Lutero quanto ao uso da música?
PLucas – É opinião de muitos especialistas de que Jobs revolucionou a indústria da música com a criação do Ipod e também do ITunes.  Não apenas o jeito de ouvir, mas até mesmo de fazer e distribuir música. Jobs não inventou o tocador de mp3, mas inovou e influenciou a maneira dos usuários fazerem uso desta ferramenta. No século XVI, a música já sofria os ventos de mudanças do renascimento. Lutero não as inventou, mas fez uso capaz e competente desta ferramenta como compositor (36 hinos), instrumentista (alaúde) e cantor (tenor). Segundo relatos, o papa estaria mais preocupado com os estragos que a Reforma estava causando por meio das canções do que por meio de sermões. A exemplo de Jobs, que com o iPod colocou a música na mão das pessoas de uma maneira fantástica, Lutero também tirou a música somente dos clérigos e colocou na boca do povo, daqueles que vinham à Igreja. Utilizava melodias populares, de fácil assimilação e no vernáculo. Foi o início da popularização da música sacra, com a ênfase no canto congregacional.
Algumas décadas mais tarde, coube a um luterano, Johann Sebastian Bach, influenciar fortemente a música mundial, sedimentando as bases da música tonal. Guardadas as proporções de velocidade, os luteranos influenciaram a história e a ‘indústria da musica’ na mesma proporção e rapidez que Jobs o fez.
BDU – O sr. mencionou que Lutero compôs uma nova língua. Como isso aconteceu?
PLucas – De fato, historiadores e linguistas consideram Lutero como o pai do alemão moderno. Ao realizar a tradução da Bíblia, ele procurou escrever de uma forma que todo o povo alemão, fragmentado em dialetos de norte a sul do país, pudesse compreender. Ele chegava a ir aos mercados e praças públicas para ouvir a língua do dia a dia, em busca dos vocábulos mais adequados. Da mesma forma, Jobs revolucionou o jeito de conversarmos, nos comunicarmos, ao transformar a indústria da telefonia com o Iphone. De certa forma, gerou uma linguagem unificadora, inclusive copiada por outras empresas, para a comunicação entre as pessoas.
BDU – Quais outros aspectos o sr. vê em comum na vida e obra de ambos?
PLucas– Poderíamos citar outros exemplos, como a ‘grande lacuna’; ambos estiveram por um tempo fora e viram seu empreendimento original quase naufragar. Lutero, depois de quase um ano escondido em um castelo, teve que voltar à cena, pois os objetivos originais estavam se perdendo.  Jobs, depois de ser demitido da Apple em 1985, voltou à empresa em 1997 para salva-la da falência.
Tanto Jobs como Lutero eram líderes firmes, comunicativos e obcecados pelo trabalho. A obra que Lutero deixou escrita, por exemplo, levaria vários anos só para ser copiada. Ambos fizeram uso de um meio revolucionário de sua época para suas ideias, a imprensa e a internet.  Ambos pensavam em como o ser humano pensaria/reagiria/utilizaria a “nova tecnologia” a ser empregada e disponibilizada. E um fator fundamental: Os dois tiveram parceiros, amigos e liderados muito importantes, sem os quais talvez quase nada tivesse acontecido, Em Lutero, podemos mencionar, entre outros, Melanchton, linguista, excelente redator e diplomata e o príncipe Frederico, Eleitor da Saxônia.
Outro detalhe interessante: Jobs, segundo algumas fontes, teria sido confirmado numa Igreja Luterana em Palo Alto, Califórnia. Se isto aconteceu, ele foi instruído no Catecismo Menor, de Martinho Lutero, e teve contato desde cedo com as ideias e ideais do Reformador, especialmente os 3 pilares da Reforma: Sola Gratia (Somente a graça de Deus salva o homem), Sola Fide (a salvação acontece somente pela fé) e Sola Scriptura (Somente a Escritura é fonte de doutrina). E, ainda, o Solus Christus Somente Jesus Cristo como o caminho verdade e vida. Talvez, segundo o autor norte-americano Andy Crouch, daria para imaginar que o símbolo original da Apple, uma maça mordida e um arco íris, seja uma representação de algo fundamental no luteranismo: Lei e Evangelho. A maçã mordida lembra o pecado e a condenação (Lei). E o arco-íris lembra as promessas de Deus para o ser humano (Evangelho).
BDU – Em 2017,  completam-se 500 anos da Reforma. As celebrações já está sendo planejadas?
PLucas – Sim, os luteranos deram incio em 2011 a uma série de celebrações para marcar esta data. Uma comissão das duas principais Igrejas Luteranas (IELB e IECLB) foi composta para conduzir os festejos. E, fazendo mais uma relação, não há dúvida de que, para divulga-la, os luteranos, além de seguir o exemplo de Lutero, utilizando a imprensa como forma de divulgação, vão contar também com as facilidades de comunicação da era digital que Jobs ajudou a disponibilizar.
BDU – PLucas, o sr falou em semelhanças, mas haveria também alguma diferença significativa?
PLucas  – Sim. A primeira importante diferença é o foco do trabalho. Jobs foi da linha de pessoas que apontam para o seu trabalho. Criou uma universidade para repassar seus ensinamentos, preservando sua imagem e mito. Já Lutero, apontou sempre para o trabalho do seu Mestre. O reformador do seculo XVI teria dito com exagero, perto do final da vida, para que queimassem todos os seus livros, antevendo um possível culto á sua imagem, deixando bem claro que o alvo era Jesus Cristo.
Outro aspecto importante: Steve Jobs focou, a partir da ‘leitura’ dos usuários, mudar a história das ferramentas. Lutero, a partir das ferramentas, procurou atingir a vida dos usuários, falando Daquele que mudou a sua história.
Por fim, Jobs começou a vida como cristão (luterano) e encerrou como budista. Lutero começou a vida como monge, encerrou como pastor protestante, permanecendo cristão. Lembrando o ICloud, lançado este ano por Jobs, é de se perguntar se ambos, agora, compartilham a mesma nuvem.
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O “Glory” de Michael W. Smith

Quem nunca ouviu Michael W. Smith que atire a primeira pedra!! :p

Sério, se você conhece pelo menos a Aline Barros você com certeza, já ouviu alguma música dele. Eu particularmente conheço o MWS desde Picture Perfect, no qual a Aline gravou em seu primeiro Cd de 1995, o álbum “Sem Limites” aquele lançado pela Grape Vine, com o título de Quando a força de Cristo falar. Que aliás, esse cd foi o primeiro que ganhei na vida! :O Rsrsrsrs #MeuDeus. Bem, pra qualquer coisa dá uma olhada no DVD de 20 anos da Aline, gravado recentemente,  no qual, o Michael marcou presença!

Mas enfim, o cantor que é a maior referência da música gospel mundial e detentor de inúmeros recordes, álbuns de sucesso, prêmios e milhões de discos vendidos ao longo de sua carreira, chega ao 23º álbum com  “Glory”, sendo o segundo intrumental da discografia. E se você ainda se emociona com o Freedom ao longo desses 12 anos (Freedom foi lançado em 2000, :O) , vai se encantar e sonhar mais uma vez com esse belo trabalho cheio da bela criatividade que Deus o concedeu. 

 O projeto conta com uma orquestra de 65 peças, que dão vida ao repertório totalmente instrumental, com uma música inédita composta pelo próprio cantor, “Glory – The Overture”, além de “The Patriot”, “Heroes”, “Whitaker’s Wonder”, “Redemption”, “Atonement”, “The Romance” e uma versão rearranjada de “Agnus Dei”.

O álbum foi gravado no renomado “AIR Studios Londres”, onde foram produzidos álbuns de Andrew Lloyd Webber (autor de O Fantasma da Ópera), Peter Gabriel, as trilhas sonoras de “Piratas do Caribe” e “As Crônicas de Nárnia”, dentre outros.

Para Michael W. Smith, o álbum tem características que agradarão os amantes de sua música: “Eu disse muitas vezes que “Freedom” é meu registro favorito, por isso estou muito animado para lançar este meu segundo álbum instrumental. Eu acho que as pessoas que gozam de liberdade vão gostar muito deste álbum; e eu realmente acho que segundo algumas das torções musicais exclusivas que este projeto está tomando, ele abrirá portas para um novo público”.

O cantor confessa que a produção para este álbum foi feita de forma inspiradora, com referências no cinema: “Quando eu trabalho com uma orquestra eu sinto que estou no meu lugar. Muitas vezes, eu acho que o filme “Carruagem de Fogo” e a famosa citação pelo herói do filme Eric Liddell: ‘quando eu estou executando algo, consigo sentir seu prazer’, esta declaração abrange minha experiência quando eu trabalho na música instrumental. Quando eu me vejo varrendo melodias e épicos, canções cinematográficas se concretizam, é como se eu estivesse oferecendo uma oração para nosso Pai no céu”, expressa Michael.

É isso aí, galera! Vale à pena conferir os trabalhos do Michael desde os mais antigos!

Vou deixar pra vcs uma do CD Glory e outra super conhecida do CD Freedom:

Até+!

T.M.

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Misericórdia quero

Bem galera, a palavra de Deus fala sobre o discípulo Mateus, o evangelista. Publicano, não era bem visto pelos religiosos, afinal como publicano tinha parte com os romanos, né? Aí, rolava um fight, rs. Mesmo assim Jesus, que no caso se dizia “homem santo”, como diria um típico fariseu, quando o viu passando, o chamou para o seguir.
Já dizia João em Patmus,  lá em apocalipse 3:20, que aquele que ouvir Jesus batendo em sua porta e abrir, Jesus cearia com ele e ele com Jesus. No caso de Levi, ou Mateus, isso ocorreu literalmente,rs…pois Mateus ofereceu um banquete e Jesus e seus discípulos estavam participando do mesmo. Porém, muitos publicanos foram convidados  e Jesus ao invés de se levantar e ir embora, para não contaminar-se com aquele festival de pecadores ao seu redor, ele fica. Os fariseus o reprovaram afinal, por que o “mestre” comeria com os pecadores? Mas Jesus respondeu que veio para os doentes e não para os sãos #UI!
Quer saber? Os fariseus pecavam quando buscavam santificação na segregação. Então, pensa comigo: a santificação também de nada adianta se ela não promove mudança em mim e ao meu redor. Olha como Jesus termina seu discurso: Misericórdia quero e não sacrifícios. Me faz pensar sobre o que adianta, pra mim, ser o primeiro a chegar na igreja e o último a sair, participar do louvor, do teatro, serviço de culto, se fora da igreja ninguém nem sabe que eu sou crente? Ou então, que adianta  ter esse título se ele não faz a menor diferença em minha conduta ou escolhas? Cuidado com os excessos e as extremidades, por que como no caso do texto, o que adianta horas de jejum e santificação se essa busca toda só gera um engordar espiritual e não gera vida nesse mundo? É ousado falar assim da “nossa santidade”, mas acredite, assim como zelosos eram os fariseus, da mesma forma eram desagradáveis aos olhos de Deus. E no fim,  as pessoas que podiam ser abençoadas por eles, eram desprezadas.
Veja bem, não tome a passagem de Mateus pra justificar o assentar na roda dos escarnecedores, por que isso claramente não é para se fazer, já nos ensina o salmo primeiro. Mas , a todo aquele que se achegar a nós, conhecerá a misericórdia do Senhor. E não se engane, devemos seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus (Hb 12:14), mas a minha santificação precisa promover mudança, em mim e ao meu redor. Dessa forma, siga a misericórdia e fuja da religiosidade.
Santifique-se por que Deus é santo, mas que ela promova misericórdia, e não sacrifícios.
Texto base: Mt 9:10-13, Mc 2:15-17 e Lc 5:29-32
Deus te abençõe
T.M.
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Dona Marta e suas cores

As cores. Quem não gosta de cores? Eu particularmente, sou fascinada por trabalhos coloridos. E, ano passado tive a oportunidade de participar de um trabalho, no qual, a Comunidade Dona Marta, em Botafogo, aqui no Rio, foi o local escolhido. E o objetivo do trabalho? Um ensaio fotográfico. Bem, meu tema não poderia ser diferente, pois a primeira coisa que percebi quando cheguei lá foi as cores. Separei algumas fotos desse trabalho para vocês:

Mas, a comunidade não é somente colorida, ela é famosa por receberem pessoas famosas, como eu, por exemplo!! RSRSRSRS. Falando sério, quem não se lembra do clipe The Don´t care about us do Michael Jackson gravado lá? Também teve a visita de Madonna, e uma outra gravação por parte de Beyoncé e Alicia Keys! É…galera, fora isso, tem os moradores que ficaram gravados na nossa mente enquanto caminhávamos lá. Fica meu abraço e oração por todos os amados de lá! s2

T.M.

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DT + Gateway Worship

Vocês se lembram que ano passado, no 12º Congresso Internacional de Louvor e Adoração Diante do Trono , o Diante do Trono realizou a gravação em português do CD God Be praised do Gateway Worship (Texas), ministério de louvor no qual a Kari Jobe faz parte? Pois é, finalmente a espera está acabando e poderemos ter em  mãos esse trabalho logo logo.

“Além dos vocalistas do DT, participaram os ministros de louvor convidados: André ValadãoMariana ValadãoFelippe ValadãoAdhemar de CamposNívea SoaresRodrigo Campos,Breno BorgesSoraya GomesSandro Reis,Keylla de PaulaRenê VanderLuiz GustavoFlavianne Mara. O projeto gráfico feito em parceria com Jonathan Griswold buscou manter a identidade do disco original. O repertório, por coincidência, é composto por 15 faixas que irão marcar os 15 anos desse ministério de louvor que tem impactado vidas no Brasil e no mundo”.

 

Na verdade, uma parceria dessa não é novidade para o DT, pois em  2000, ocorreu o lançamento  da versão brasileira de “Shout to The Lord” da Hillsong Church (me lembro de ter ganhado esse CD no meu aniversário). Foi lançado pela gravadora Hosana! Music como parte da série Praise & Worship. Vale à pena conferir também a versão em espanhol com a ministra de louvor Ingrid Rosario.

E falando em versões, como sempre, a Ana Paula Valadão dá um show na hora de versionar, por que suas versões são muito melódicas e fiéis e se você não conhecer a original, provavelmente  nem desconfiará que é uma música versionada. Afinal, tem cada versão por aí…

Bem, são CDs excelentes, mas o mais especial dessa série de “Shouts”, pra mim, é o Shout to the Lord 2000, que não tem versão em português, mas que foi a gravação na qual eu conheci a Hillsong Church. Me lembro que na época o ministério que mais admirava era o do Ron Kenoly e o time da Intregrity Music. E na TV por assinatura havia um canal cristão (não me lembro mais o nome) que começou a passar pela tarde essa gravação, com algumas reprises. Foi quando parei para a assistir e comecei a gostar das músicas daquela cantora loirinha, rsrsrs. Foi quando , o Ron Kenoly apareceu junto com o Alvin Slaughter, cantando Shout to the Lord! E na época, essa música era o maior “hit”, das rádios, das igrejas. O DT estava aparecendo. Me emocionei muito! RSRSRS Gravei numa VHS e depois comprei o CD numa lojinha lá em Madureira 🙂 Hoje em dia o encarte do meu CD está cheio de durex e marcas antigas amareladas, rsrsrsrs!! Tá furado de tanto que eu ouvia!

Recordar é viver galera! Linda demais:

É isso galera! Glória a Deus por essas parcerias. Foi como eu falei em post anterior, a coisa mais linda de se ver é quando temos a possibilidade de andarmos junto com outras partes do povo de Deus. Como canta o próprio Dt na canção People Just like us, do Cd Shout to the Lord: “No mundo inteiro gente como nós clama teu nome, vive teu amor. No Mundo inteiro gente como nós, segue a Jesus!”.

Bjs e Sejamos UM!

T.M.

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Mimi Handon

Gente, adorei o portifólio da fotógrafa Mimi Handon!

Ela que recentemente fez um ensaio com a cantora pop Demi Lovato (que ficou lindo , por sinal), possui um trabalho que une retratos, moda, arquitetura, pintura e ainda humor, me chamou atenção pelas cores. Gosto muito de cores e seu trabalho é de muito bom gosto.

Para você que se interessou e quer conhecer um pouco mais dessa artista, acesse o site oficial: http://www.mimihaddon.com

Bjs

T.M.

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Gesto Amplificado

Galera,
Começou ontem uma exposição, na Caixa Cultural aqui do Rio, chamada “Gesto Amplificado”. Esse evento conta com trabalhos  de 10 artistas contemporâneos do Brasil, do México e da Argentina. São eles: Alê Souto, Bruno Miguel, Carla Evanovitch, Coletivo Acidum, Demián Flores, Heberth Sobral, Horácio Cadzco, Magrão, Pablo Rosales e Pedro Sánchez (que é meu professor :p)
“Os trabalhos traduzem  uma visão das metrópoles, que pretendem mostra as diversas possibilidades de ações plásticas em detrimento dos distintos suportes de atuação, seja a rua, a galeria, a parede, a tela, o vídeo, site specific ou papel”.
A Curadoria é de Alê Souto, e a exposição ficará na Caixa até 22 de abril/12.
Para maiores informações, galera, acesse o site da Caixa Cultural: http://www.caixacultural.com.br/html/main.html
Eu vou!
T.M.
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