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Puzzles Romero Brito

Ontem fui ao cinema com amigos para assistir “Cada um tem a gêmea que merece”, que aliás, está recomendadíssimo! E um dos meus amigos disse que nunca tinha entrado naquela loja “Ri Happy”!!! Então, tivemos que curar essa frustração e levamos o menino à lojinha! (Amigos são pra essas coisas, né?). E lá encontrei algo muito show para os amantes das artes: PUZZLES! Sim, quebra-cabeças do Romero Brito, Michelangelo, Pieter Bruegel! Me deu uma vontade louca de sair com várias caixas!


Então, depois que você montar todo o quebra-cabeça, passa no cinema e massageie o seu coração, dando muitas gargalhadas (muitas mesmo!) com Adam Sandler ao quadrado! 😉

T.M.

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Cartazes do Cisne Negro

Hei, galera! Sempre bom olhar trabalhos!! Continuando o post anterior, coloco os cartazes do filme “Cisne Negro”. O que vocês acharam?




 

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Já nos cinemas: Cisne Negro

Já está nos cinemas “Cisne Negro“! Deu um medinho ao ver trailer,  rsrsrs, mas ao mesmo tempo deu uma vontade bem grande de assistir. E você?

Bem, a história é a seguinte: apoiada pela mãe, uma bailarina aposentada, Nina (Natalie Portman) se dedica totalmente à companhia de dança de balé da qual faz parte. A grande oportunidade desta jovem surge quando o diretor artístico Thomas Leroy (Vicent Cassel) procura por uma dançarina para protagonizar O Lago dos Cisnes. Lily (Mila Kunis) tem toda a aptidão para a sensualidade do Cisne Negro, enquanto Nina se mostra ideal para viver o Cisne Branco, inocente e gracioso. Nesta disputa, Nina passa a conhecer melhor o seu lado s

Aproveite para ler a crítica de Rubens Ewald Filho:

Cisne Negro (Black Swan) EUA, 10.

Direção de Darren Aronofsky. Com Natalie Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey, Winona Ryder, Benjamin Millepied.

Parece que não há dúvida no momento de que Natalie Portman, vencedora de tudo que é prêmio inclusive Globo de Ouro e SAG, irá levar mesmo o Oscar de atriz. E até de forma merecida. De qualquer forma, teve cinco indicações, além dela, de melhor filme, direção, montagem, e fotografia (Mila Kunis, que faz a rival, acabou ficando de fora, assim como roteiro e trilha musical desclassificada). Só que o filme acabou sendo sucesso de bilheteria ate agora US$ 83 milhões e ainda vai crescer para um orçamento baixo de apenas US$ 13 milhões). Isso se considerando que é um filme difícil, de arte, pelo qual uma faixa de público tem rejeição.

Um detalhe no qual insisto: Não sei se é uma boa ideia atrasar o lançamento de certos filmes esperando o Oscar, ou a moda de não ir ao cinema mais nas festas natalinas. Porque acontece a invasão de várias formas de pirataria e todo mundo, ou quase, passa a ter acesso aos filmes. Muitos que se correspondem comigo simplesmente nem vão mais ao cinema, se alimentam dessa forma. Não me parece justo já que Cisne Negro foi feito para ser visto em tela grande, com todo envolvimento.

Desde os anos 40, com Os Sapatinhos Vermelhos, de Michael Powell (onde um mestre de dança tiraniza sua aluna) até A Dança Inacabada, com Margaret O´Brien (onde uma criança ainda estudando provoca acidente para tirar a estrela dançarina e dar a chance para sua favorita) nunca se escondeu o lado dark de uma profissão extremamente difícil, de curta duração (não deixam de ser  atletas), enorme concorrência e dificuldade. Só recentemente é que temos visto seu lado mais vistoso e fotogênico em filmes sobre dança de rua. O diretor Darren Aronofsky, que era casado com Rachel Weisz, que agora está com Daniel Craig, mas que em compensação tem tido uma carreira pessoal e ambiciosa e brilhantes estreias como Pi, Requiem para um Sonho, o budista A Fonte da Vida e o sucesso com o mais fraco O Lutador. Mas não acertou antes tanto quanto aqui.

O roteiro que se diz original  não é dele, mas de um trio Mark Heiman (que foi assistente e produtor dele), Andres Weinsz (primeiro roteiro e creditado com a história) e mais John McLaughlin (que só fez antes O Homem da Casa, com Tommy Lee Jones). Ou seja, a influência do diretor deve ter sido grande. Parece que a ideia existe há dez anos, era originalmente sobre teatro (no estilo A Malvada) e foi Darren quem o transferiu para o mundo do balé.

Não há outra concorrente com um papel tão forte, tão interessante e bem resolvido, confirmando-se assim uma predileção por ela que existe desde quando estreou pré-adolescente (vejam a biografia que fiz dela aqui no blog).

Mas não pensem que é um filme fácil, romântico que será adotado pelo público feminino. Ao contrário, é um drama dark, que não fica muito distante do clima de horror. Embora Natalie tenha estudado balé desde quando criança e treinado durante um ano para o filme, obviamente apenas faz os planos mais próximos ajudado por profissionais como Sarah Lane, principalmente quando dança com ponta dos pés, mas o resultado é um pouco como Requiem para um Sonho, um mergulho num pesadelo.

Natalie faz Nina, uma jovem bailarina que está em um grupo de dança dirigido pelo Frances Thomas Leroy, Vincent Cassel (aliás, muito contido e convincente, dizendo ter se inspirado de Balanchine). Ela já faz papéis principais, mas ambiciona a joia da coroa, ou seja, interpretar o papel duplo do Cisne Branco e o Cisne Negro do Lago dos Cisnes, um clássico da dança (que eu vi na versão premiada na Broadway feita com elenco masculino). Ou seja, a duplicidade do personagem transborda também para a atriz.

A dificuldade para ela é que o diretor a acha tecnicamente perfeita, mas fria, desafiando ela sexualmente (aparentemente ainda é virgem, controlada por sua mãe – o retorno de Barbara Hershey, que na verdade não estava afastada como parecia, apenas fazendo  trabalhos sem repercussão). Para ser perfeita, ser uma lutadora e uma mártir, conviver com a dor e os machucados, as pressões e neuroses, ela aos poucos vai enlouquecendo, se drogando, chega a ser seduzida (sexualmente) por uma rival (a surpreendente russa Mila de O Livro de Eli, Max Payne, Ressaca de Amor).

Até um final lógico e não tão surpreendente assim (pense que o filme é onírico, ou seja ambíguo). Não feliz , mas de grande força. É verdade que não evita clichês (a mãe horrorosa, a rival malvada, o mestre cruel), porém dá a impressão de que faz isso de propósito, para enfatizar o sangue, o suor e as lágrimas de uma arte de parecer bonito e delicado e fluído como um pássaro, mas no palco, não na vida real.

Filmado em grande parte em câmera na mão, misturando HD e 16 milímetros, ele resulta como Thomas Leroy (Cassel) queria real e visceral, brutal e lírico, terror e paixão.

ps* Como todo mundo sabe, Natalie esta grávida e anunciou casamento semana passada com um coreógrafo e bailarino formado pelo American Ballet Theatre,  Benjamin Millepied, que por sinal trabalha como David no filme, embora sua figura não fique marcada.

Ficha Técnica:

Título original: Black Swan

Lançamento: 2010 (EUA)

Direção:Darren Aronofskyrn

Atores:Natalie Portman, Mila Kunis, Winona Ryder, Vincent Cassel.

Duração: 103 minrn

Gênero: Suspensern

Status: Inéditos

Fontes: R7

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Mudança de Hábito 2

WOW! Esses dias assiti novamente “Mudança de Hábito 2“. Nossa! Fazia tanto que eu não assistia a esse filme e me liguei que ele tinha que estar na lista de filmes inspiradores aqui do blog! Você tem alguma sugestão? Deixe nos comentários!!

:p

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