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Dona Marta e suas cores

As cores. Quem não gosta de cores? Eu particularmente, sou fascinada por trabalhos coloridos. E, ano passado tive a oportunidade de participar de um trabalho, no qual, a Comunidade Dona Marta, em Botafogo, aqui no Rio, foi o local escolhido. E o objetivo do trabalho? Um ensaio fotográfico. Bem, meu tema não poderia ser diferente, pois a primeira coisa que percebi quando cheguei lá foi as cores. Separei algumas fotos desse trabalho para vocês:

Mas, a comunidade não é somente colorida, ela é famosa por receberem pessoas famosas, como eu, por exemplo!! RSRSRSRS. Falando sério, quem não se lembra do clipe The Don´t care about us do Michael Jackson gravado lá? Também teve a visita de Madonna, e uma outra gravação por parte de Beyoncé e Alicia Keys! É…galera, fora isso, tem os moradores que ficaram gravados na nossa mente enquanto caminhávamos lá. Fica meu abraço e oração por todos os amados de lá! s2

T.M.

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Triller: Não há segunda chance

Olá, queridões! rs…olha eu aqui quebrando o jejum de post. Eu queria escrever algo sobre o Michael Jackson há algum tempo….Na verdade desde a sua morte, né, mas ainda não sabia o que exatamente. Mas, com certeza seria alguma coisa que refletisse sobre a nossa estrutura : Nós somos pó! Nada mais! Temos Vida segundo Deus nos concede, porém, e depois: Para quem iremos?. Quantos de nós atravessará a ponte que a cruz faz, nos conduzindo ao KISS OF HEAVEN?; porém, quantos de nós continuará renunciando a isso?

Hoje, aconteceu o tributo ao Michael e eu assistindo (e me emocionando, quem não se emocionou???), pensei: Deus! Ele fez e aconteceu e agora está dentro de uma caixa!! E nesse sentido, o que adianta ser de prata? Não dá pra fazer mais nada…….como nós somos frágeis e pequenos….

Estou postando, então, um e-mail que recebi falando disso, contextualizando com a vida de Michael. Então….descubra que o verdadeiro TRILLER é que não há segunda chance . 

Em 50 anos de vida, chances não faltaram. Voz privilegiada. Dança milimetricamente executada. Criatividade sedutora. Dotes artísticos reconhecidos. Michael Jackson teve tudo isso e muito mais. Teve os três “F’s” mais desejados por todo artista: fama, fãs, fortuna. Teve mídia, governos, atletas e celebridades a seus pés. Nasceu negro, morreu esquisitamente branco. Tornou-se famoso pela voz e pelas músicas, morreu também famoso, só que muito mais pelas excentricidades e esquisitices da sua vida pessoal do que pelo talento como cantor.

Viveu o conflito da síndrome de Peter Pan, chegando aos 50 anos sem querer abandonar a infância. Tanto é assim que seu rancho, batizado de “Neverland” (Terra do Nunca), é alvo de curiosidades, histórias e críticas até hoje, seja pelas bizarrices, seja pelos supostos escândalos com abusos de crianças na propriedade.

De fato e verdade, nada se pode confirmar. Mas temos pistas. Não basta ser o “Rei do Pop”. Reis, para chegar bem ao fim da vida, precisam prestar atenção ao destaque bíblico na biografia de todos eles: devem fazer aquilo que é reto aos olhos do Senhor.

E porque devem fazer o que é reto? Porque não há segunda chance. Nossa vida é o nosso tempo. Michael teve 50 anos à sua disposição. Até o momento, Deus concedeu-me 45. Após o último e definitivo suspiro, findam-se as chances. Neste momento nossa sentença eterna já está determinada nas mãos do Pai.

Michael Jackson sabia disso. Ainda que de forma torta, inconseqüente, não importa, ele sabia. Ele cantou isso, ficou milionário cantando isso. Seu clip de maior sucesso e repercussão no mundo foi Thriller em 1982, título do seu álbum mais vendido. Essa música fala de uma emoção macabra, numa noite onde o prazer mistura-se e identifica-se com o terror. Trechos da letra assustam no significado daquilo que comunicam:

“É quase meia-noite

E algo maligno está te espreitando no escuro

Você tenta gritar

Mas o terror toma o som antes

Porque isso é terror, noite de terror

E ninguém vai te salvar

Da besta pronta pra te atacar

Criaturas da noite chamam

E os mortos começam a andar

Esse é o final da sua vida

Eles estão lá para te pegar

Há demônios chegando por todo lado

Eles vão te possuir

Eu vou te salvar

Então deixe eu te abraçar forte

E dividir uma noite de terror

Assassina, arrepiante, assustadora”.

A música tem sete estrofes, exatamente no centro, ela deixa claro o título deste texto: “Porque isso é terror, noite de terror, não há segunda chance”. Por bem ou por mal, compreendendo ou não, aceitando ou não, reis e plebeus, famosos e anônimos, todos, sem nenhuma excessão têm que encarar a mesma verdade: não há segunda chance.

Sem a intenção de espiritualizar o fato, depois do álbum Thriller, nunca mais a carreira de Jackson foi a mesma, transformando-se numa sequência de escândalos, dívidas e fracassos. Ou seja, de lá para cá sua vida tornou-se uma longa e triste “noite de terror”.

Infelizmente, Michael Jackson estava certo. As trevas são horríveis e letais. O maligno fica espreitando com demônios por todos os lados, exalando terror e morte. Fazendo do viver exatamente isso, uma noite escura, uma noite de terror, assassina, arrepiante, destruidora. E, quando ela acaba, ou nela nos acabamos, não há segunda chance.

Mas, espere um pouco, você está vivo! Bem vivo por sinal! Em vida as chances não cessam. É como bem disse nosso irmão Lutero: “Se nos quisessem devorar demônios não contados, não nos podiam assustar, nem somos derrotados. E nada nos assustará com Cristo por defesa”.

Fãs no mundo inteiro estão chorando a morte do seu ídolo. Pela família devemos orar, quanto ao mais a palavra final pertence somente a Deus. O que sabemos é que os mortos não ficam vagando por aqui a fim de provocar terror. Sabemos que os mortos em Cristo ressuscitarão para a eternidade, uma eternidade sem trevas ou demônios. Sabemos que nossa insubstituível chance foi dada na cruz. Sabemos que não importam os terrores impostos pelo nosso tempo, o nosso Deus segue sendo até o fim dos tempos um Castelo Forte, Espada e Bom Escudo!

Paz!

Pr. Edmilson Mendes

Fonte: http://www.guiame.com.br

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